sexta-feira, 20 de maio de 2016

Consumidores do mercado imobiliário estão mais criteriosos





O mercado imobiliário passou por profundas transformações nos últimos dois anos. Em um momento delicado da economia e política nacional, o consumidor está retraído e quem se arrisca e decide comprar ou vender um imóvel está exigindo mais das imobiliárias. Muitas perguntas, pesquisas, negociações e novas condições de pagamento, esse é o cliente que os corretores estão enfrentando no dia-a-dia.Pela primeira vez em décadas, os preços dos imóveis estão em queda. A falta de crédito e de confiança no futuro são um dos fatores que mais afetam esse importante motor da economia. Entre 2008 e 2013 a valorização do setor foi de 121%, em São Paulo esse aumento chegou a 156%. Porém, no último ano o crescimento total foi de apenas 1,32%. 

Mas se as pessoas estão retraídas quanto a comprar uma nova casa, Marcos Lopes diretor-presidente da Lopes, maior imobiliária da América Latina, explana "num momento de inflexão e retração os consumidores encontram mais oportunidades do que em períodos de abundância. Quem comprar hoje, com certeza vai fechar um negócio mais favorável do que quem deixar essa decisão para depois".

Outro fator que está preocupando esses consumidores é o financiamento. De acordo com Vanderlei Canella, diretor comercial da Lopes Prime, de cada 10 vendas realizadas, 8 são feitas através de financiamento imobiliário. A Caixa Econômica Federal, principal banco financiador, que representa 70% das transações desse gênero no país, mudou em 2015 o limite de crédito de 80% para 50% do valor total do imóvel, representando uma queda de 33% ou 75,6 bilhões de reais. Apesar de ter voltado atrás e manter o teto para financiamento de habitações usadas em 80%, essa mudança mexeu com a confiança dos compradores.

Com a escassez de crédito, juros altos e a oscilação do câmbio, é de esperar que as pessoas se retraíam quanto à tomar decisão de compra, já que essa dívida, na maioria das vezes, dura décadas.

Hoje na cidade de São Paulo existem cerca de 24 mil apartamentos novos em estoque, sendo que esse número, anteriormente, nunca passou dos 18 mil. 

"Está difícil negociar valores", nos diz Soelyn Mitri, gerente de transações imobiliárias, "atualmente as pessoas sofrem a ilusão de que os preços baixaram muito e que todo mundo está dando um imóvel, mas essa não é a realidade”. Além de se tratar de valores altos que muitas vezes representam as economias de uma vida inteira, comprar uma casa envolve a expectativa de quem quer vender. Os brasileiros consomem em média durante a vida 1,8 imóveis, enquanto no México são 4 imóveis e nos países desenvolvidos esse número chega à 10. A representatividade desse mercado no PIB nacional no Brasil é de 9%, sendo que nos Estados Unidos a venda e compra de imóveis chega a ser 90% do produto interno bruto.

Mesmo em tempos de crise as pessoas não deixam de se casar, de ter filhos e de migrar. As prospecções para o segundo semestre desse ano são de melhora. Com a troca da presidência, o grau de confiança das pessoas aumenta, criando melhores expectativas para quem quer comprar e vender. Com o impeachment, o presidente interino Michel Temer, tem a difícil tarefa de retomar o crescimento do país, "o PIB é um reflexo de como anda o poder aquisitivo das pessoas, se há uma expansão positiva da economia, o mercado imobiliário tende a crescer. Sendo assim, se nessa nova gestão nós tivermos políticas efetivas e soluções para os problemas atuais, o mercado vai melhorar. Crédito e confiança é o nosso combustível", finaliza Marcos Lopes.

Presidente aprova novas regras para as Eleições 2016


Na reforma aprovada pelos parlamentares, foram alterados, por exemplo, o prazo para início da campanha e a data-limite para candidatos se filiarem às legendas pelas quais pretendem concorrer. De acordo com as novas regras, as campanhas terão início mais tarde. Procuramos saber se em Itapevi, cidade da grande São Paulo com mais de 200 mil munícipes, como que estão se preparando o pré-candidato da situação o Sr Fernando Abreu Pestana e da oposição o Sr Valdemir Lau depois dessa nova reforma nas regras para a campanha.

Procuramos saber se há diferenças na forma de conduzir as campanhas pela situação e pela oposição, depois de sancionadas as novas regras, já que foram alteradas quase que todas as formas de fazer campanha depois das novas leis, o Sr Valdemir Lau diz que trabalha mais com a população nesse inicio, a nova regra permite aos candidatos se mostrarem como pré-candidatos até o dia 15 de setembro, eles podem fazer reuniões com a comunidade e saber dos problemas dos bairros, tudo isso sem anunciar que são candidatos a Vereador, e essa é a tática inicial adotada por ele. “ eu acho que elas (as leis) não atrapalham, elas vieram pra resolver algumas situações, como banners e adesivos perfurados, enfim acredito que se o candidato faz um trabalho sério ele vai corresponder as leis para seguir com sua campanha”, quando perguntado se o candidato da oposição tem alguma vantagem ou desvantagem frente à um candidato da situação Valdemir se mostrou consciente de que a máquina governamental vai ajudar os candidatos da situação mas não tem que haver dificuldade e sim força de vontade para o candidato.


O candidato Fernando relata um trabalho parecido com o candidato da oposição “a preparação para as próximas eleições estão ocorrendo fazendo reuniões com amigos e com as famílias, mostrando para as pessoas nossas propostas e ideias de melhorias pra cidade”. Perguntado sobre as regras ele também acredita que elas não atrapalham, mas existe menos tempo para divulgação do seu nome e da sua campanha efetiva, com carros e placas nas ruas, que é o que chama a atenção das pessoas que ele não consegue se reunir pessoalmente.


Quanto a ser um candidato da situação Fernando nos diz que não há vantagem “na rua você encontra muitos ao contrario, e isso não favorece, se você faz parte de um governo que não está bem, muitas vezes prejudica [...] no meu caso em algumas situações atrapalha”.


Consultamos também a chefe dos assuntos jurídicos da câmara municipal Drª Sandra Regina Santos, para saber sobre como as novas regras afetam a campanha dos candidatos, como eles devem conduzir a campanha e as diferenças para o jurídico entre os candidatos da situação e da oposição.


Ela nos disse que as regras vão complicar a campanha dos candidatos que estão há mais tempo na política, candidatos novatos não tinham ideia das regras então tudo é novo, candidatos de outras eleições vão ter que adequar seus “vícios” para não agirem fora das novas leis.


Quanto ao êxito a doutora responde que para o jurídico o candidato precisa manter sua fixa limpa, um delito cometido, por menor que seja pode resultar na impugnação da campanha do candidato, e impossibilitar todo seu trabalho, o jurídico analisa as regras, um candidato que respeita as leis gerais e as leis eleitorais, trabalhando com honestidade e clareza tem ao ver do jurídico grandes chances de êxito em sua candidatura.



Nossa matéria chegou ao consenso de que os candidatos não se incomodaram tanto com as leis referentes aos seus materiais, não ouvimos reclamações sobre a diminuição do tamanho de placas, por exemplo, apenas algum desconforto gerado pela diminuição do tempo efetivo da campanha. Nenhum dos candidatos se mostrou otimista ou pessimista demais, os dois estão conscientes das possibilidades que suas candidaturas pela situação ou pela oposição, as novas regras não influenciaram diretamente na vontade dos candidatos de prosseguir ou não com as campanhas, ambos as entenderam e estão estudando a melhor forma de utilizá-las.

O primeiro turno das eleições municipais de 2016, que elegerão em todo o país prefeitos e vereadores, será realizado em 2 de outubro, primeiro domingo do mês. O segundo turno, somente em cidades com mais de 200 mil eleitores, está marcado para 30 de outubro, último domingo do mês. As principais mudanças nas eleições de 2016 com relação às de 2014 foram determinadas pelo projeto de reforma política aprovado no Congresso em 2015 e sancionado pela presidente Dilma Rousseff em outubro do ano passado, que envolvem principalmente os gastos dos candidatos, estabelecendo um limite para os valores investidos, a padronização dos materiais de propaganda e tempo de campanha.









Zika vírus afeta América Latina

                            



Em fevereiro a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma nota oficial relatando“ O Zika vírus é uma emergência de saúde pública mundial e de proporções alarmantes”, após 26 dos 30 países da América Latina registraram a transmissão local do Zika, isso fez com que o mundo olhasse com mais atenção para essa doença e voltasse o seu receio para América Latina.

No Brasil a doença ganhou notoriedade no segundo semestre de 2015, quando os números de casos de microcefalia tiveram um aumento significativo na região Nordeste do país, até abril desse ano já foram confirmados 1.198 casos número inegavelmente maior que a média de 170 casos em 2010, dados divulgados pelo Ministério da Saúde, desde então pesquisadores de todo país trabalham para entender a ligação do Zika com a microcefalia.


Algumas dúvidas ainda pairam sobre profissionais da área da saúde, no intuito de trocar experiências, informações, discutir sobre a entrada do  vírus no país e suas consequências, no dia 18 de março desse ano, especialistas, infectologistas, virologistas se reuniram no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, zona sul de São Paulo, “Em relação a entrada do vírus, fala se da copa do mundo em 2014 e o mundial de Canoagem em agosto do mesmo ano no Rio de Janeiro, devido ao grande número de pessoas que passaram pelo país” disse a epidemiologista Ana Freitas Ribeiro uma das organizadoras do evento.


Em contrapartida  pesquisadores na Argentina trabalham para desvincular o vírus com a microcefalia, iniciando um novo campo de pesquisa, conectando os casos com o uso de um larvicida Pyriproxyfen, usado no Brasil desde 2014 para deter o desenvolvimento da larva do mosquito Aedes aegypti em tanques de água potável, apesar dessa grande descoberta o brasileiro Luiz Felipe, que mora há seis meses em Buenos Aires relata uma nova preocupação da população “Na Argentina até o momento houve poucos casos, e o maior número de casos eram de pessoas que viajavam e voltavam do Brasil e Colômbia, o que está despertando a preocupação da população é a possível infeção de uma mulher que mora aqui e não viajou nos últimos meses”.


A preocupação sobre o vírus deixa em alerta outros brasileiros que estão em países da América Latina, o estudante Diego Guimarães que está no México há um ano e meio fala “Eu tô em Puebla que fica bem próxima da cidade do México, aqui é uma cidade turística e o caso de vírus que tivemos conhecimento está voltado para região Sul do país, nas cidades mais pobres, o que não deixa de ser uma preocupação, afinal está aqui!”. Já na Venezuela de acordo com Marcos Paulo estudante de fotografia que viaja pelo país o Zika não é uma preocupação prioritária “Aqui o maior problema é Dengue, o Zika ainda é visto como algo distante”.


Analisando a trajetória da doença, não só no Brasil mas no mundo, é constatado que o maior número de infectados esta concentrado em cidades com grandes índices de zonas periféricas, resultando em um no questionamento, o Zika vírus esta vinculado somente à proliferação do transmissor ou trata se também de uma questão social?




A Doutora Giselda Katz explicou pra gente qual é principal preocupação do Brasil quando o assunto é Zika vs Grávidas.


CIMTB chega à 3ª etapa e apresenta desafios para organizadores

  


Nos dias 19 e 20 de novembro, a cidade de Congonhas, em Minas Gerais, será palco da terceira etapa da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike. Ainda que considerado um dos maiores eventos do segmento, por tratar de um esporte que não é muito popular no país, a empresa organizadora da CIMTB enfrenta alguns desafios e busca alternativas para interagir com seu público ou até mesmo atingir novos admiradores do esporte.

  Segundo a responsável pela comunicação da Copa, Maritza, as redes sociais foram a principal ferramenta para atrair o público. “Com as redes sociais a gente consegue atingir o nosso público específico e conseguir esta aproximação, que o que as pessoas mais buscam hoje. As pessoas não querem nada distante, elas querem estar próximas. Por outro lado, temos os sites. Hoje nosso público acessa principalmente a internet”, declarou Maritza. 

  Além disto, segundo ela, outra estratégia é “buscar atingir sites esportivos, sites da região onde tem etapa, fora rádios e televisão. Nesses locais a gente consegue expandir o alcance, levando um evento para um público que não pratica o Mountain Bike. Se atingimos estas pessoas, podemos alcançar um participante futuro para o evento, ou até mesmo um admirador do esporte”.

  Mesmo com a ajuda das redes sociais, organizar um evento de grande porte sobre um assunto pouco procurado pelo público tem inúmeras dificuldades. “Realizar um evento de Mountain Bike no país do futebol não é uma tarefa fácil, mas o trabalho que temos feito é sério, temos entidades nos apoiando e contamos com o Ciclo Olímpico, isso faz o evento ter uma grande importância no segmento”, conta Rogério, organizador da CIMTB.

 Apesar dos desafios, o evento tem crescido muito e revelado uma categoria esportiva extremamente promissora, considerando a constante introdução da cultura da bicicleta por todo o Brasil.


  Para saber mais sobre a CIMTB e sobre as inscrições, acesse o site oficial: cimtb.com.br.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Memorial prorroga exposição da Turma do Chaves

Inicialmente, a exposição “A Turma do Chaves”, no  Memorial da América Latina, próximo à estação de Barra Funda, ficaria somente até o dia 30 de março, mas devido ao grande sucesso, o Memorial, em parceria com o SBT e Televisa, conseguiu prorrogar o fim do evento por duas vezes e, agora, sua data final será no dia 19 de junho.
A exposição já acumula mais de 30 mil visitantes satisfeitos com o cenário apresentando com tamanha semelhança, desde os detalhes quase imperceptíveis, como a luva de boxe na parede da casa do Seu Madruga que, aliás, é a única que é possível entrar.


Fomos visitar a exposição e, ao entrar no local, fomos surpreendidos com a quantidade de pessoas à procura de ingressos. A fila que dava acesso ao cenário não estava muito grande, mas foi possível observar que havia pessoas de diversas faixas etárias, desde os mais jovens até os que acompanham o seriado mexicano desde quando foi lançado.


Após o período de visita, conversamos com o operado de caixa José. Questionamos a qualidade dos programas humorísticos que se propaga cada vez mais na televisão brasileira.
- O humor de hoje é forçado, uma coisa robótica, mecanizada, coisa que a simplicidade do Chaves não tinha. Não vai existir ninguém tão simples e característico como ele. Esta exposição serve para mostrar para as novas gerações o que é uma infância saudável. Hoje as crianças não sabem o que é uma infância. Eu acredito muito em uma infância sadia – afirmou.

A jornalista Ana Maria, que foi até a exposição para atender o pedido de Sérgio, seu filho especial, diz que a simplicidade e a atenção que tiveram com os detalhes fez com que o evento atendesse as expectativas dos fãs. Ana afirma que o humor nacional é muito malicioso e está sempre propenso a denegrir um grupo de minoria e, por isso, acredita que o sucesso do seriado no país é tão grande, pois surgiu como novidade para o público que acompanha o humor.

Assim que a exposição foi prorrogada pela segunda vez, foi anunciado que, a partir de maio, teria uma novidade para os fãs do seriado. O público que comparecer ao Memorial, vai conferir uma exposição de fotos do ator Roberto Bolaños em sua primeira visita ao Brasil, esta estará no local entre os dias 5 e 7 de maio; a entrada custa um alimento não perecível.
Entre tantos fãs, tivemos a sorte de encontrar um que se destacou, trata-se do fotógrafo Diego Bezerra, que encontrou na tatuagem uma forma de homenagear o seriado que o fascina desde criança. Diego também comenta a questão do humor apresentado hoje, mas de outra forma.

- O humor que ofende uma minoria é mais fácil de ser feito, é comercialmente mais rentável para os canais. Isso gera mais audiência de uma forma mais apelativa, diferentemente do humor ingênuo que Chaves apresenta – apontou.
Diego acrescenta que se surpreendeu com a riqueza de detalhes na exposição, ele declara que acreditava que seria algo bem superficial, com apenas o cenário da Vila, mas a casa do Seu Madruga o surpreendeu ao ponto de ficar levemente emocionado.


A mostra funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 20h, aos sábados e domingos, das 9h às 22h. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada). O público pode garantir a entrada através do site Ingresso Rápido ou no próprio local. No ato da comprar deverá ser informado o horário que deseja fazer a visita que tem duração de 25 minutos.